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Largo Marília de Dirceu com respectivo chafariz
Maria Dorotéia Joaquina de Seixas foi noiva e a musa inspiradora do poeta inconfidente Tomás Antônio Gonzaga (Dirceu), com o qual trocou correspondência durante o período de sua prisão. Conforme Inventários dos próprios bens e testamento redigido por ela própria, em 1840, pertencia às elites de Vila Rica. Possuía duas casas: um sobrado à rua Direita e uma residência de um só pavimento, com quintal todo murado em pedra, próxima ao chafariz de Antônio Dias. Não se casou, falecendo em 1853
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